Natalia Rossi

Repórter especializada em Tech e Inovação do Newly. Jornalista formada pela Universidade Metodista de São Paulo.

Especialista comenta: proibição da Kaspersky pelos Estados Unidos é um “intrincado jogo de xadrez” 

Christian Nobre, especialista em cybersecurity e autor dos estudos TGT ISG, explica que decisão não é surpresa e não deve impactar o Brasil 

Os EUA planejam proibir a venda de software antivírus da Kaspersky devido a supostos vínculos com o Kremlin, vendo isso como um risco para a infraestrutura americana. A proibição, que entra em vigor em 29 de setembro, impedirá a venda e a atualização do software da Kaspersky nos EUA. A empresa nega qualquer ameaça à segurança dos EUA e pretende buscar ações legais contra a proibição. A medida é baseada em poderes da administração Trump para restringir transações com empresas de países “adversários” como Rússia e China. Vendedores que violarem as restrições enfrentarão multas, e as unidades russa e britânica da Kaspersky serão listadas por suposta cooperação com a inteligência militar russa. 

Segundo Christian Nobre, especialista em cybersecurity e autor dos estudos TGT ISG sobre o mercado nacional de fornecedores de serviços em cybersecurity, a sanção é uma jogada estratégica, semelhante ao bloqueio de itens de comunicação 5G da China, visando prevenir espionagem, já que esses softwares são muito poderosos e podem ser usados para fins não legítimos. “Esse assunto já vem sendo discutido desde 2017, quando os Estados Unidos proibiram o uso das ferramentas da Kaspersky por órgãos federais. No entanto, os estados e muitas empresas nos EUA continuaram usando o software. Com o início da guerra, esperava-se que a Kaspersky fosse um dos alvos das sanções contra empresas e empresários russos, mas isso não ocorreu. A Kaspersky criou centros de transparência no mundo, incluindo um no Brasil e outro na Suíça, para onde transferiu formalmente sua sede. No entanto, 80% da força de trabalho da empresa ainda é russa, e a Kaspersky domina cerca de 90-95% do mercado de antivírus na Rússia. Isso mostra o forte vínculo da empresa com o país”, explica. 

Christian comenta que a comunidade entende que não há provas contra a Kaspersky e o que está acontecendo é um “intrincado jogo de xadrez” entre Estados Unidos e Rússia, envolvendo também a China, para prevenir cenários piores no futuro. “Essas ações prejudicam a Kaspersky, mas no Brasil não há indicações de que os produtos serão banidos, a menos que haja pressão dos EUA se a guerra na Ucrânia se intensificar. Um analista da Alemanha destacou as duras consequências da guerra para o país, como a interrupção do fluxo de gás e o aumento dos custos de energia. A posição dele é que a Kaspersky deveria ser retirada das recomendações até que haja uma decisão clara sobre a empresa. No entanto, não há nada comprovado contra a Kaspersky, e o centro de transparência criado pela empresa não foi refutado. Em um cenário de segurança cibernética complexo, a confiança na Kaspersky é tão válida quanto nas empresas americanas. A situação é um jogo de xadrez e deve ser discutida com cautela”.  

O especialista reforça que a retirada da Kaspersky de recomendações deve ser feita de forma sensata e baseada em análises técnicas, não políticas. “Enquanto a Alemanha e a União Europeia não banirem a Kaspersky, ela deve continuar sendo considerada. Não há evidências claras contra a empresa, e o centro de transparência é um passo positivo. No complexo mundo da segurança cibernética, empresas americanas, russas e europeias têm presença global, e a preocupação com uso indevido de tecnologia é válida para todas”, finaliza. 

DSAR: Como uma estratégia de dados pode ser benéfica para companhias

Entrando em vigor em 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) forçou companhias a se regularizar e alterar práticas para garantir a privacidade e segurança dos dados de clientes, colaboradores e usuários. De acordo com Rafael Narezzi, especialista em segurança cibernética, na Europa já é possível verificar o uso da Requisição de Acessos aos Dados de Usuário (DSAR) em processos de rescisão de contratos trabalhistas, o que pode ser um problema para companhias que não possuem uma estratégia de dados bem estruturada.

A DSAR diz respeito ao direito do usuário em demandar que a empresa entregue todas as informações e dados pessoais que ela tem sobre quem fez o pedido, e a requisição precisa ser respondida em até 60 dias. Em desligamento de funcionários, o requerente pode verificar, por exemplo, quais informações a empresa continuará tendo acesso após a rescisão e se o pedido de desligamento foi feito de forma indevida, com base em dados errôneos.

O pedido de uma DSAR em uma rescisão de contrato pode atrasar o processo de desligamento do funcionário e causar estresse para a companhia de forma geral, caso não haja uma estratégia bem definida para isso. De acordo com um relatório recente da Exterro, os inventários de dados para o DSAR são muitas vezes incompletos, subutilizados ou tratados como projetos “feitos”. Além disso, apesar dos volumes crescentes de DSARs de consumidores e funcionários, poucas organizações possuem tecnologia ou processos automatizados para atendê-los. Além disso, segundo uma pesquisa da Cisco, cerca de 84% dos indivíduos revelaram estar preocupados com a privacidade de seus dados e os de outras pessoas e 21% afirmaram que é responsabilidade da empresa cumprir a proteção de dados.

Rodar uma DSAR não é rápido ou simples. Todas as formas de comunicação entre o requerente e companhia, assim como dados armazenados, devem ser coletados e compartilhados, o que pode trazer sérios problemas para companhias que não se prepararam e ainda não possuem uma estratégia eficiente para tal. Em contrapartida, as empresas que têm um plano bem estruturado estão em conformidade com os regulamentos de proteção de dados e evitam gastos desnecessários, uma vez que a multa por descumprir a LGPD pode chegar a R$50 milhões.

Ao fornecer aos indivíduos acesso aos seus dados pessoais de forma rápida e simples, as companhias se colocam em uma posição de confiança e transparência, o que pode aumentar a fidelidade e beneficiar a reputação da marca. De acordo com uma pesquisa da Salesforce, 41% dos consumidores não acreditam que as companhias estão preocupadas com os interesses do usuário no que diz respeito a dados pessoais, e 84% dos entrevistados mostram mais lealdade a empresas que garantem a segurança de seus dados.

No mais, as companhias podem usar o processo de DSAR para identificar e mitigar riscos potenciais associados ao processamento de dados pessoais uma vez que, ao revisar os dados que possui e a forma de acesso deles, é possível encontrar brechas de segurança antes que se tornem um problema.

“Automação deixa de ser diferencial e se torna vital no Brasil”, diz analista da TGT/ISG

Vendas de soluções devem crescer 20% até o final de 2022; David Pereira prevê que mercado de Intelligent Automation se tornará cada vez mais essencial para o suporte de tecnologias que se tornam mais sofisticadas e complexas

Flexibilidade e adaptabilidade já são uma realidade em diversas áreas do mercado. Em razão disso, empresas vêm demonstrando mais disposição para investimentos em automação inteligente. De acordo com o último estudo ISG Provider Lens™ Intelligent Automation – Solutions and Services, produzido e distribuído pela TGT Consult no Brasil, a adoção de soluções neste setor deve permanecer de forma aquecida. A expectativa é que as vendas de soluções de automação inteligente tenham um crescimento de pelo menos 20% até o final de 2022.

O analista da TGT Consult/ISG, David Pereira, reforça que o recente aumento da demanda por plataformas de TI integradas e alimentadas por inteligência artificial ampliou e acelerou avanços da área. Segundo ele, a área de Intelligent Automation ainda deve passar por grandes evoluções e se tornar cada vez mais essencial para o suporte de tecnologias que se tornam mais sofisticadas e complexas. “Com a automação, você realmente tem todo o suporte para tomar a melhor decisão possível em curto tempo. Com isso, a automação deixa de ser um diferencial e se torna vital”.

Thiago de Assis Silva, CEO da Stoque, conta que a empresa já vivencia esse comportamento no mercado: “De um modo geral, observamos que, nos clientes Enterprise, o investimento em automação inteligente deixou de ser uma comodidade para se tornar essencial”.

Leia também:

+ Com conectividade, Brasil deve avançar rapidamente no desenvolvimento cidades inteligentes, prevê ABINC

O mercado de automação inteligente aborda as áreas de conhecimento, plataformas e ferramentas de gestão de softwares, com foco em serviços que conseguem dar suporte às necessidades de negócios por meio de plataformas independentes. No Brasil, um dos principais destaques são os avanços em inteligência artificial conversacional. Pedro Leal Moura, Business Development Manager da Chatlayer, reforça que a inteligência artificial conversacional também já se tornou fundamental. “Ela permite que as empresas atendam grandes volumes de pessoas de uma maneira altamente personalizada, entregando a melhor experiência possível”.

Já David explica que, durante as análises do último estudo, observou-se que o setor continua a ter os motivadores clássicos, como: maior satisfação do cliente, prazos de entrega mais curtos, locais de trabalho mais atraentes e maior qualidade de dados e processos. Por outro lado, trata-se cada vez mais de encontrar respostas para as situações adversas que aumentam rapidamente, como por exemplo nas cadeias de abastecimento.

Leia também:

+ Hiperautomação é um caminho sem volta para as empresas, mas há déficit de especialistas no assunto

“O desafio agora é escolher tecnologias e realmente equalizar toda essa cadeia de possíveis automações com base em um modelo consistente, seguro e que consiga ser administrado”, comenta o analista.

Com isso, algumas áreas de negócio vêm adotando a IA de forma inovadora. “A inteligência artificial costumava ser uma tecnologia usada com o único propósito de reduzir custos. Hoje ela é usada, por exemplo, para aumentar a conversão digital no ambiente de marketing em vendas, impactando os clientes em toda a sua jornada”, exemplifica Pedro Leal.

Thiago destaca que o início da jornada em automação inteligente está muito relacionado a integração e governança de dados, com foco em segurança. “À medida que o processo vai ganhando mais maturidade, desafios ligados a casos de automação tomam um rumo cada vez mais end-to-end e surge a necessidade de integrar tudo isso para iniciar o projeto de hiperautomação”, finaliza.

Fonte: Mondoni Press

Newly, seu portal de tecnologia.

Corrigir vulnerabilidades não é suficiente. Precisamos não criá-las

*Por Wagner Elias

Um estudo da TIQS identificou que a maioria das aplicações mais populares apresentam duas ou mais vulnerabilidades de segurança previstas no Owasp Top 10 – O ranking da Open Web Application Security Project (OWASP) que lista as brechas mais críticas, comuns e perigosas quando o assunto é desenvolvimento de projetos web. Com o crescimento de quase 40% da comunidade de desenvolvedores no país e com o aumento de 92% nos ataques de ransomware no Brasil, é preciso indagar: de que forma os novos desenvolvedores estão lidando com as falhas em segurança de aplicações em meio à um setor em constante expansão?

É senso comum que a segurança precisa ser prioridade, mesmo com entregas de softwares com prazos cada vez menores. Quando falamos em segurança de aplicações, queremos dizer três características básicas: confidencialidade, integridade e disponibilidade de dados. Para manter esses requisitos é necessário um nível de maturidade maior para realizar análises manuais. Como o mercado ainda sofre com escassez de mão de obra, todas as áreas de tecnologia estão com déficit para contratação, levando à inserção no mercado de desenvolvedores menos experientes e sem o treinamento correto e necessário para entregar produtos com a qualidade necessária.

Leia também:

+ Normalize o erro para inovar: entenda como a aversão ao risco pode impedir o processo criativo nas empresas

Temos visto que a maturidade no setor continua a mesma, ou até menor. Porém, a conscientização é maior! Em períodos que muito se fala em automação e digitalização dos processos, ouso dizer que uma análise automatizada é muito inferior a uma análise manual, uma vez que as soluções tecnológicas, por mais eficientes que sejam, ainda não possuem a mesma especialidade de um profissional revisando o código fonte, a arquitetura e fazendo os testes de penetração e de invasão para verificar se a solução é resiliente frente a um usuário malicioso que pode vir a invadir sua aplicação e se o produto vai se comportar de maneira adequada.

Mas erra quem crê que a segurança das aplicações é um trabalho exclusivo do setor de TI. Uma publicação recente do Gartner evidencia que o papel do líder de segurança cibernética precisa evoluir para acomodar as mudanças, uma vez que os riscos cibernéticos cada vez mais avançam das áreas de TI para um ecossistema mais abrangente dentro das companhias. 

É aí que entra o maior desafio: capacitar toda a equipe de desenvolvedores para avaliar e tratar as vulnerabilidades, entendendo que desenvolver softwares é uma coisa, desenvolver softwares com segurança é outra. A segurança ainda está muito associada ao teste e isso não funciona por um simples motivo: entregar softwares e depois testar aumenta consideravelmente a carga de trabalho de uma equipe que já tem que entregar programas novos todos os dias. Ao encontrar uma brecha de segurança, o trabalho volta para o desenvolvimento para corrigir, um ciclo longo e caro.

Leia também:

+ Especialista aponta os principais ataques cibernéticos da atualidade

Todos os colaboradores devem, primeiramente, entender quais são os riscos associados ao programa em criação e como mitigá-los ainda durante o desenvolvimento. Ainda falta maturidade técnica e estruturação das empresas para lidar com esse desafio. Vemos diversas empresas que já destinam um orçamento para segurança de aplicação, só que esse orçamento é voltado para contratação de ferramentas automatizadas, na maior parte dos casos.

Para falarmos em um maior nível de maturidade em segurança de aplicação, precisamos falar em capacitação, processo, treinamento em geral, automação. Segurança é bem mais complexo do que uma simples lista de afazeres.

*Wagner Elias é CEO da Conviso 

Fonte: Mondoni Press

Novo estudo sobre mercado Salesforce reforça avanço do movimento Low-Code/No Code

Relatório ISG Provider Lens™ Salesforce Ecosystem Partners 2022 indica fusões e aquisições como destaque em 2021

As empresas estão cada vez mais à procura de profissionais qualificados para auxiliar a implementação e otimização das soluções Salesforce. Juntamente, o mercado de desenvolvimento Low-Code/No Code vem avançando, visando suprir a falta de profissionais, justamente pela possibilidade de desenvolver aplicações sem uso de codificação. É o que destaca a nova edição de 2022 do estudo ISG Provider Lens™ Salesforce Ecosystem Partners para o Brasil, produzido e divulgado pela TGT Consult.

“O mercado vem se consolidando com várias empresas menores sendo adquiridas por empresas maiores. Muitas tinham nenhuma ou uma mínima participação no mercado Salesforce. Isto tem gerado certa apreensão no mercado, gerando preocupação, principalmente com relação aos custos dos serviços. Custos que já vêm aumentando por conta da falta de profissionais qualificados no mercado, mas agora, por conta da redução da quantidade de parceiros especializados em serviços de implementação e manutenção dos ambientes Salesforce”, destaca Mauricio Ohtani, analista líder da TGT Consult/ISG e autor do estudo.

Leia também:

+ Maior evento de automação robótica de processos e inteligência artificial traz mais de 40 expositores e grandes novidades

Segundo o relatório, as organizações estão cada vez mais dependentes de softwares para desempenhar funções críticas nas empresas, fortalecendo a imagem da Salesforce como uma das mais relevantes plataformas de gestão de clientes no mundo a oferecer o modelo de Software-as-a-Service (SaaS). A recente aquisição das plataformas Slack e Tableau pela Salesforce permitiram que a companhia atendesse o interesse das organizações por soluções integradas em suas matrizes. Na metade de 2021, a empresa apresentou novas ferramentas para ajudar os usuários a desenvolver aplicativos low-code, alinhada com os anseios das organizações numa transformação digital que seja rápida e de baixo custo, como explica o autor.

“Além da carteira de clientes, as empresas adquiridas entregaram um valor considerável de recursos prontos, profissionais qualificados e certificados, reforçando a proposta de valor em capital humano”, comenta o autor com relação às fusões e aquisições. “O Slack-First Customer 360 é o resultado das primeiras integrações voltadas a atender um público que ainda não se sente preparado para navegar num mundo híbrido, com trabalho remoto e o local, viabilizando a comunicação, colaboração e ações com base nas informações integradas da companhia”.

De acordo com o relatório, as empresas brasileiras enfrentam uma necessidade crescente de resiliência e continuidade dos negócios para responder rapidamente a grandes mudanças de cenário, como a pandemia, tendo a necessidade de centralizar dados e insights e tratá-los como recursos estratégicos para avaliar ameaças e oportunidades.

Leia também:

+ Nozomi Networks e Gemina se aliam para fornecer serviços avançados de cibersegurança para ambientes industriais e de infraestrutura crítica

O relatório ISG Provider Lens™ Salesforce Ecosystem Partners 2022 para o Brasil avalia a capacidade de 24 fornecedores em seis quadrantes: Multi-Cloud Implementation & Integration Services, Implementation Services for Core Clouds Midmarket, Implementation Services for Marketing Cloud, Managed Application Services for Large Enterprises, Managed Application Services for Midmarket e Implementation Services for Analytics Solution.

O relatório nomeia Accenture e Everymind como Líderes em todos os seis quadrantes. Ele nomeia a [ kolekto ] tecnologia como líder em cinco quadrantes e a Capgemini, a Deloitte Digital e a Wings IT como Líderes em quatro quadrantes cada. Nèscara, TOPi e Wipro são nomeadas como Líderes em dois quadrantes cada, e match.mt e PwC são nomeadas como Líderes em um quadrante cada.

Além disso, a Capgemini e a Wings IT são nomeadas como Rising Stars – empresas com um “portfólio promissor” e “alto potencial futuro” pela definição da ISG – em dois quadrantes cada uma. JFOX e TOPi são nomeadas como Rising Stars em um quadrante cada.

Versões personalizadas do relatório estão disponíveis nas páginas das empresas Cadastra e Everymind.

O relatório ISG Provider Lens™ Salesforce Ecosystem Partners 2022 para o Brasil está disponível aos assinantes ou para compra única página.

Fonte: Mondoni Press

Newly, o seu portal de tecnologia

Com foco em diversidade, Conviso abre vagas para desenvolvedores

Companhia pioneira em Segurança de Aplicações aumentou em 64% força de trabalho feminina na empresa e está com vagas abertas

Em atividade desde 2008, a Conviso viu crescimento significativo nos últimos anos, chegando em 2022 a 70 funcionários, contra 53 no início do ano passado. Em meio a um período de escassez de profissionais de TI qualificados, a empresa vê um futuro focado em evoluir constantemente a área de AppSec no geral da mesma forma que vem evoluindo seu quadro de colaboradores.

“Pretendemos focar na contratação de grandes talentos na área de tecnologia, visando sempre promover a diversidade dentro da empresa e os nossos processos seletivos”, explica Diet Rocha, diretora de People and Culture. “A partir de ações como vagas afirmativas e hunting, o número de mulheres contratadas na empresa alavancou em um período curto. No último semestre, tivemos o aumento de mais de 65% no número de mulheres contratadas”.

Leia também:

+ 4 dicas para atrair, contratar e reter os melhores profissionais de tecnologia

De acordo com o último Índice de Confiança Robert Half, 48% das empresas entrevistadas pretendem manter o modelo remoto ao longo de 2022, e a Conviso é uma delas, tendo seus colaboradores trabalhando de forma remota desde o início. “A Conviso é remote first desde a sua fundação. Logo, contratamos profissionais em qualquer região do Brasil e exterior. Neste momento, estamos estruturando processos para contratar profissionais de outros países, aumentando a diversidade e trazendo novas competências ao time”, detalha a diretora.

Por dois anos seguidos, a carreira de analista de segurança da informação assumiu o primeiro lugar do ranking do Business Insider de carreiras mais promissoras para os próximos anos, feito com base em projeções de carreiras e salários de diversas profissões nos últimos anos. Até 2030, a projeção é de mais de 400 mil novas vagas para desenvolvedores de software, e analistas de qualidade de software. 

Leia também:

+ Inglês é imprescindível para carreira na tecnologia

Com classificação de 9,4 no Great Place to Work, o foco da companhia para crescer é a geração de emprego e contratação de profissionais qualificados e “avançar no modelo de plataforma que suporta toda a implementação e operacionalização do programa de segurança de aplicações, facilitando e inovando na disciplina de segurança de aplicações’, como detalha Diet’. Para suportar o crescimento acelerado e continuar inovando, além de posições fundamentais como Product Manager, Product Designer, Desenvolvedores, a companhia vai investir em posições para ciência de dados e pesquisa.

“Alguns cargos novos que incluímos e nos quais apostamos recentemente foram Developer Advocate, para nos aproximar das comunidades de desenvolvimento de software, Tech Recruiter, para atrair talentos e Business Partner para atuar junto aos Insiders desenvolvendo suas competências e melhorando o alinhamento estratégico”, finaliza a diretora. 

Diet Rocha destaca 10 cargos com vagas abertas na área de tecnologia, Sales e People Hacking: https://convisoappsec.gupy

Fonte: Mondoni Press

Newly, o seu portal de tecnologia.

IoT Week celebra dia da Internet das Coisas com webinars diários e sorteio

Evento gratuito promovido pela ABINC expõe novidades na área e tendências para o uso de IoT no Brasil; participantes podem concorrer a prêmios nas redes sociais da Associação

De acordo com o relatório da Markets and Markets, a previsão é que o setor de IoT vai valer 110,6 bilhões de dólares até 2026, com taxa de crescimento de 6,7%. Em 2011, foi instaurado o Dia Mundial da Internet das Coisas, celebrado anualmente em 9 de abril. Pensando nisso, a Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC) promove a primeira IoT Week, evento online e gratuito focado em promover o conceito de IoT e incentivar ações sobre o assunto.

“A ABINC é responsável pela comemoração do IoT Day no Brasil, como definido pelo IoT Council and Postscapes da Inglaterra”, explica Paulo Spaccaquerche, presidente da Associação. Alguns dos temas abordados este ano são educação, segurança cibernética, a criptomoeda Helium e os trabalhos da ABINC para fomentar as práticas de IoT no Brasil.

Tendo início hoje, 4 de abril, e se estendendo até a celebração do dia da Internet das Coisas, antecipado este ano para a sexta-feira, dia 8, a celebração conta com webinars diários sobre os mais diversos assuntos, presididos por especialistas membros do conselho da Associação. 

Leia também:

+ Tecnologias IOT entram no radar de gigantes do setor industrial
+ TGT Consult e ABINC anunciam parceria para pesquisa inédita no setor de IoT

“Nossos convidados trarão diversas novidades dos segmentos em que atuam e de como a sinergia com a ABINC e as ações que organizamos interconectam todas essas atividades com o mercado, os usuários finais e as autoridades em todos os níveis, nacional e internacionalmente”, comenta Ruy Falcão, Diretor de Marketing da ABINC e moderador do evento.

Iniciando diariamente às 8h30, o evento já está com inscrições abertas pelo site da Associação, ou pelas redes sociais (Instagram, LinkedIn e Facebook), meio pelo qual os participantes podem ganhara prêmios em concursos de interação e engajamento. Confira a programação completa:

  • Segunda-feira, 04 de abril: Avanços da tecnologia, tendências de mercado, futuro da educação tradicional e digital, e alfabetização digital no Brasil e no mundo – com Alfredo Silva, diretor acadêmico da ABINC e da Tech6 Group; Ruy Torres, coordenador de planejamento Estratégico da ABINC e head de Business Intelligence do Mackenzie; Halan Borges, líder do comitê de educação da ABINC e CEO da Eduka7; e Paulo Spaccaquerche, presidente da ABINC.
  • Terça-feira, 05 de abril: Desafios da Segurança Cibernética – com Marco Panhoni, Senior Sales Manager e advisor da UL Certificadora; Rafael Parada, diretor da UL Certificadora; e Yanis Stoyannis, líder do Comitê de Segurança da ABINC e especialista em Segurança Cibernética e Customer Security Manager da Ericsson. 
  • Quarta-feira, 06 de abril: Desafios e Oportunidades na Era AIoT com Intel e Seebot – com Fabiano Sabatini, membro do comitê de Smart Cities da ABINC e gerente de vendas e líder IoT da Intel Brasil e Aleksando Montanha, líder do comitê de Smart Cities da ABINC e CEO Allk.
  • Quinta-feira, 07 de abril: Investimentos num mundo em constante transformação digital pelo IoT e tecnologicamente disruptivo – com Daniel Heuri, CEO da NXT Advisors; Flávio Maeda, VP da ABINC e Paulo Spaccaquerche, presidente da ABINC.
  • Sexta-feira, 08 de abril: IoT aplicado nas conexões humanas num mundo tecnologicamente disruptivo e em evolução – com Paulo Spacca, presidente da ABINC e Flávio Maeda, VP da ABINC. 

Serviço:
IoT Week
Data: 04 a 08 de abril de 2022
Horário: 8h30
Onde: Online
Inscrições: https://abinc.org.br

Fonte: Mondoni Press

Newly, o seu portal de tecnologia.

TGT Consult e ABINC anunciam parceria para pesquisa inédita no setor de IoT

Com o estudo ISG Provider Lens™ Internet of Things — Services and Solutions, empresas terão informações privilegiadas e detalhadas para tomada de decisões

O mercado de Internet das Coisas (IoT) vem demonstrando um crescimento acelerado, sendo uma das principais tendências em tecnologia para os próximos anos. De acordo com relatório da Mckinsey, o número de dispositivos conectados ao redor do mundo deve atingir 35 bilhões até 2025. Pensando nisso, a TGT Consult anunciou nesta semana a produção de um estudo inédito, que vai analisar todo o ecossistema do setor no Brasil.

O novo estudo ISG Provider Lens™ Internet of Things — Services and Solutions será realizado globalmente e, na edição inédita para o Brasil, contará com o apoio da Associação Brasileira da Internet das Coisas (ABINC) para captar informações detalhadas do setor de dispositivos conectados no Brasil.

Leia também:

+ Internet das Coisas: ABINC elenca as principais tendências da tecnologia para os próximos anos

Segundo Paulo José Spaccaquerche, presidente da ABINC, a parceria com a TGT Consult é uma forma de trazer estatísticas de IoT para o Brasil, algo ainda não feito. “O estudo vai beneficiar não só a ABINC, mas também todo o mercado de uma maneira geral, de forma bastante positiva. Decidimos apoiar, com muitos dos nossos associados sendo participantes da pesquisa, para auxiliar na precisão do processo e mostrar a realidade de IoT no país. Para que possamos avançar, primeiro é preciso entender como o setor vem se comportando, possuir um raio-x”, explica.

Os relatórios devem abranger uma variedade de serviços disponíveis para organizações que desejam implantar ou expandir seu uso de tecnologias IoT, incluindo serviços gerenciados e rastreamento de ativos móveis. Com os resultados, empresas que consomem esse tipo de serviço poderão utilizar as informações dos relatórios para avaliar seus relacionamentos atuais com fornecedores, possíveis novos compromissos e ofertas disponíveis neste mercado.

David de Paulo Pereira, analista líder TGT Consult/ ISG e autor do estudo, ressalta que, desde o lançamento do Plano Nacional de IoT, muitas empresas estruturaram ótimas ofertas de serviço que vão de consultoria estratégica sobre o tema, implementação, até a gestão de serviços de IoT. “Este estudo será uma ferramenta importantíssima para quem precisa tomar decisões sobre o assunto e escolher os parceiros corretos para este pilar da transformação digital”, diz.

Leia também:

+ Pandemia pressionou empresas a evoluir digitalmente, diz relatório divulgado pela TGT Consult

Para garantir a implementação bem-sucedida de tecnologias de IoT, é necessário um trabalho conjunto entre consultoria, implementação e gerenciamento, permitindo identificar oportunidades e facilitar todo o processo, como revela a brochura inicial do estudo que será dividido em cinco quadrantes: Strategy Consulting, Implementation and Integration, Managed Services, Mobile Asset Tracking and Management, e Data Management and AI on the Edge.

Para participar, basta entrar em contato com a TGT Consult pelo site preencher o formulário de participação: https://www.tgt.com.br/relatorio-isg-provider-lens.

Fonte: Mondoni Press

Newly, o seu portal de tecnologia.

Vilão do Ransomware: Microssegmentação chega para solucionar o problema principal de segurança para empresas

O ransomware está em toda a parte e a grande mudança de trabalho e dos funcionários para o home-office fez com que crescessem mais de 150%

Os ataques Ransomware voltaram à mídia depois de um longo tempo longe dos holofotes, com muitas empresas importantes do país sendo alvos de cibercriminosos. De acordo com uma pesquisa recente da Akamai, houve um aumento de 8% no número de empresas que disseram ter sido vítimas de pelo menos um caso de fraude ou roubo de dados digitais nos últimos dois anos – 32% em 2021 contra 24% em 2020. A pesquisa foi feita com mais de 400 empresas e tomadores de decisão, pela Toluna em agosto de 2021.

“Cibercriminosos estão sempre procurando maneiras de otimizar sua receita, visando ataques virtuais a grandes organizações e aquelas com operações críticas (como fornecedores de alimentos, manufatura ou serviços públicos), que não podem suportar o tempo de inatividade e são mais propensos a serem pressionados a ceder e, eventualmente, pagarem os resgates exigidos.” explica, Helder Ferrão, Gerente de Marketing de Indústrias da Akamai para a América Latina.

Leia também:

+ Ransomware continua sendo a maior ameaça virtual em 2022, aponta relatório

Essa ameaça acontece à medida que os criminosos inventam novas maneiras de obter acesso às redes e sistemas, na medida em que a superfície de ataque aumenta, seja através do trabalho remoto, uso de estruturas híbridas ou multi-cloud e a proliferação de dispositivos habilitados para internet. “O mercado viu um aumento de 150% em ataques de ransomware recentemente, portanto, é um problema a ser resolvido o mais rápido possível”, complementa Ferrão.

A ameaça do ransomware 

O ransomware é um problema complicado, em que o ataque virtual pode ter um efeito devastador para a empresa. Os prejuízos totais de um ataque não estão limitados apenas às perdas de receita da empresa durante um ataque. Contabilizando-se todos os custos envolvidos em atividades operacionais relacionadas ao tratamento do evento de invasão, horas de trabalho utilizadas pelas diferentes equipes envolvidas e as perdas relacionadas ao impacto na reputação de uma empresa, os números se multiplicam. 

As táticas de ransomware variam das mais simples às mais sofisticadas e estão em constante evolução para evitar a detecção e contornar os controles de segurança. Os ataques permitem que usuários mal-intencionados obtenham acesso a uma rede inteira, potencialmente induzindo funcionários a expor acidentalmente os dados da empresa. Os funcionários que levam seus laptops do trabalho para casa também correm o risco de serem infectados ao navegar na web e, consequentemente, trazem o malware ao se conectarem à rede das empresas, facilitando os ataques.

Visibilidade é a chave no combate ao ransomware

A proteção contra ransomware se resume a um princípio simples: todos os fluxos de tráfego de informações precisam de inspeção e proteção, independentemente se tem origem em servidores internos (da própria empresa) ou externos. Essa inspeção e proteção pode fazer com que as empresas reduzam o número de ameaças que conseguem acesso aos sistemas corporativos. Mas alguns ataques escapam das defesas, e é necessário uma estratégia para proteger ativos importantes quando o ransomware violar as defesas corporativas, e a microssegmentação é a mais nova estratégia.

A microssegmentação é uma tecnologia de proteção que impede que malwares se espalhem dentro de uma organização. Ela divide a empresa em segmentos na qual cada um tem seus próprios controles de segurança bem definidos. Para implementar a microssegmentação, é necessário que o setor de TI tenha visibilidade do data center como um todo, para ter certeza de quais pontos de segurança precisam ser reforçados ou implementados.  

Leia também:

+ Migração forçada para nuvem impulsiona mercado de cybersecurity no Brasil

A combinação de visibilidade profunda e segmentação é o que torna esse conceito de microssegmentação tão poderoso. “Sem a visibilidade, as empresas podem acabar implementando ações que ao invés de automatizar, otimizar e simplificar a segurança, só darão mais trabalho para suas equipes de TI”, aponta Ferrão. “Uma visão completa de todo o seu ecossistema é um primeiro passo fundamental, um mapa que inclui automaticamente tudo, desde sistemas legados até tecnologia de nuvem e contêiner”, completa.

Ao abordar segurança corporativa – independentemente do usuário final, local ou dispositivo – com uma premissa unificadora, as defesas de uma organização são muito mais fortes e torna-se mais difícil para o ransomware provocar o ataque, minimizando, assim, o risco às empresas. A Guardicore, que foi adquirida pela Akamai, desenvolve esse tipo de soluções de segurança Zero Trust, possibilitando abrir vários caminhos de defesa contra ransomware e malware. 

A tecnologia divide a empresa em segmentos de segurança, permitindo identificação de cada fluxo de dados das diferentes aplicações do cliente, com controles de segurança definidos individualmente para cada carga de trabalho, além de possuir uma “estratégia de disparo” contra um ataque de malware, defendendo de forma drástica a propagação de ataques virtuais.

Fonte: Shelock Communications

Newly, o seu portal de tecnologia

Nuvem se consolida durante pandemia e garante sobrevivência das empresas brasileiras

Inédito, novo relatório ISG Provider Lens™ AWS Ecosystem Partners 2021 revela busca por fornecedores qualificados como indispensável para o desenvolvimento e manutenção das atividades das companhias nacionais

O crescimento do mercado de nuvem foi constante durante a pandemia e o ecossistema de parceiros da Amazon Web Services (AWS) cresceu suas ações em 37% ano a ano, com receita de US$14.8 bilhões. Para analisar mais detalhadamente o desenvolvimento da companhia e as capacidades dos fornecedores, foi divulgada nesta semana a primeira edição do novo relatório ISG Provider Lens™ AWS Ecosystem Partners 2021, produzido e distribuído pela TGT Consult.

“AWS é uma das principais hyperscalers devido ao volume de clientes que aderem aos seus serviços, posicionamento global com ampla cobertura geográfica e a crescente rede de parceiros de soluções e serviços que complementam a proposta de valor da companhia”, comenta Mauricio Ohtani, analista líder da TGT Consult/ISG e autor do estudo.

De acordo com o relatório, as soluções em nuvem trazem flexibilidade e vantagens de custo que tornam o sistema mais vantajoso para as empresas, principalmente com a necessidade de realocar funcionários para trabalhar em casa com urgência. Os fornecedores de serviços parceiros da AWS analisados no estudo revelam que, entre as empresas clientes, há ainda dificuldades em alcançar o nível de resposta às interrupções de qualquer natureza e que ambientes em nuvem apresentam alta disponibilidade.

Leia também:

+ BRLink é considerada líder de mercado em estudo global de parceiros de cloud da AWS

Além disso, o estudo indica que a expansão e gestão de ISVs (Independent Software Vendor), por meio de apoio da Ingram e Westcon, auxiliou na expansão e suporte para milhares de soluções em todo o país. “A AWS é uma das empresas que lideram o mercado global e local de serviços em nuvem. A cada ano é apresentado um número considerável de novas funções, ampliando ainda mais seu campo de atuação. Talvez, a principal diferença entre a AWS e outras hyperscalers seja a quantidade de parceiros no ecossistema. Neste caso, a AWS precisa acelerar e aumentar significativamente a quantidade de parceiros de serviços caso queira manter a liderança”, comenta o analista.

Segundo o relatório, as empresas que escolhem migrar para a nuvem decidem o fazer sem alterar os softwares e servidores, o que impossibilita a utilização de recursos de autoscaling e serverless computing. Do ponto de vista financeiro, tal atitude é justificável, mas a recomendação é que o aplicativo seja redesenhado, o que demanda tempo e dinheiro que nem sempre as empresas dispõem.

Para Ohtani, os fornecedores de serviços AWS ainda precisam se especializar para poder entregar resultados em todos os cenários. “Nem todos os parceiros que oferecem serviços de migração das cargas de trabalho apresentam os mesmos níveis de qualidade e competência. Algumas apresentam maior qualificação em migração de ambientes, outras estão mais preparadas na entrega de serviços gerenciados, outras ainda apresentam maior competência na modernização das aplicações, permitindo obter maiores benefícios das plataformas de nuvem”.

No mais, ele indica onde os parceiros podem investir para avançar no mercado e se destacar. “Neste momento, as empresas estão realizando mais as modernizações e gerando mais soluções nativas na nuvem. Os parceiros do ecossistema AWS de melhor desempenho possuem clara capacitação na amplitude de serviços e profundidade no conhecimento de ferramentas utilizadas no trabalho como DevOps”, finaliza.

Leia também:

+ Cloud: Riachuelo adota nuvem e dados da Microsoft como parte estratégica de negócios

O relatório ISG Provider Lens™ AWS Ecosystem Partners 2021 para o Brasil avalia os recursos de 33 provedores em seis quadrantes: AWS Managed Services, AWS SAP Workloads, AWS Data Analytics and Machine Learning, AWS Internet of Things (IoT) Services, AWS Migration Services, e AWS Consulting Services.

O relatório nomeia a TIVIT como Líder em cinco quadrantes. Ele nomeia BRLink, Compass.UOL, Dedalus e Logicalis como Líderes em quatro quadrantes cada. Claranet, Darede, Nextios e SoftwareONE são nomeadas como Líderes em três quadrantes cada, e IPsense e ST IT são nomeadas como Líderes em dois quadrantes cada. O relatório nomeia dataRain, DataSprints, Essence IT, NTT DATA, Sky.One e T-Systems como líderes em um quadrante cada.

Além disso, a Wipro é nomeada como Rising Star – uma empresa com um “portfólio promissor” e “alto potencial futuro” pela definição do ISG – em cinco quadrantes. IPsense e V8 Consulting são nomeadas como Rising Stars em um quadrante cada.

Versões customizadas do relatório estão disponíveis na BRLink, Darede, Dedalus, IPsense e Logicalis.

O relatório ISG Provider Lens™ AWS Ecosystem Partners 2021 para o Brasil está disponível para assinantes ou para compra única nesta página.

Fonte: Mondoni Press

Newly, o seu portal de tecnologia