Natalia Rossi

Repórter especializada em Tech e Inovação do Newly. Jornalista formada pela Universidade Metodista de São Paulo.

Mercado de automação inteligente se populariza no Brasil e passa a ser indispensável para a sobrevivência de empresas, diz estudo divulgado pela TGT Consult

Nova edição do relatório ISG Provider Lens™ indica que companhias têm enfrentado desafios ao adotar tecnologias emergentes de acordo com suas necessidades e traz uma visão detalhada das tendências no setor

As empresas brasileiras perceberam que a flexibilidade e adaptabilidade são indispensáveis para sobreviver, popularizando a adoção de automação inteligente nos negócios. Isso é o que indica a nova edição do relatório ISG Provider Lens™ Intelligent Automation – Solutions and Services 2021 para o Brasil, divulgado pela TGT Consult. O estudo aponta que as companhias têm enfrentado desafios ao adotar tecnologias emergentes de acordo com suas necessidades e traz uma visão detalhada das tendências da área em cada quadrante, com o intuito de ajudar as empresas a construir uma base apropriada e desenvolver processos benéficos para o futuro da empresa.

O mercado de automação inteligente aborda as áreas de conhecimento, plataformas e ferramentas de gestão de softwares, com diversos clientes em busca de fornecedores que possam oferecer um serviço próprio ou AIOps, mas o foco ainda está em fornecedores que conseguem dar suporte às necessidades de negócios por meio de plataformas agnósticas. No Brasil, as empresas ainda estão focadas em descobrir usos apropriados para automação por meio de RPA, diferentemente de outras regiões nas quais o foco é em desenvolver governança, supervisão e gestão de dados de diversas soluções de automação implementadas.

O relatório indica que as experiências e lições aprendidas com empresas internacionais podem ajudar a provar os benefícios, como prever e estimar os esforços para harmonizar uma grande quantidade de diferentes soluções com diferentes modelos de dados. As áreas de aplicação para automação inteligente de negócios são encontradas em todos os setores no Brasil. O setor de serviços bancários e financeiros adota em grande escala a automação para os complexos processos ligados a financiamento imobiliário, crédito consignado e cobrança de débitos.

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Segundo Florian Scheibmayr, analista líder do ISG e autor do estudo, existe uma grande oportunidade para empresas brasileiras explorarem o espaço, sabendo lidar com as incertezas do mercado brasileiro, e levando esta experiência para outros mercados. “As companhias brasileiras sabem lidar melhor com mudanças abruptas, necessidade de resposta flexível e com cenários de aumento da inflação, mas, apesar do alto um grau de automação em áreas como e-commerce, e-governo e fintech, que são bem mais avançados no Brasil, nosso país precisa aprender governança e arquitetura robusta e automação de outros setores”, explica. “É importante que as empresas nacionais entendam os melhores usos para a automação inteligente e sigam o exemplo de avanços do setor no exterior e não caiam na cilada de ter muitas soluções departamentais de automação”.

No Brasil, os conceitos e soluções AIOps apresentam ainda uma taxa de adoção mais baixa em comparação a outras regiões, sendo encontrada principalmente entre fornecedores de ITSM, de serviços digital workplace e de nuvem. O estudo indica que, devido ao aumento das ameaças cibernéticas e vulnerabilidade em geral das empresas brasileiras contra os ataques, a demanda por plataformas de operação de TI altamente integradas e alimentadas por IA cresceu significativamente.

“A maioria dos fornecedores de soluções de automação inteligente espera um crescimento de vendas de pelo menos 20% em 2022”, explica Florian. “Por um lado, continuamos a ter os motivadores clássicos, como maior satisfação do cliente, prazos de entrega mais curtos, locais de trabalho mais atraentes e maior qualidade de dados e processos. Por outro lado, trata-se cada vez mais de encontrar respostas para as situações adversas que aumentam rapidamente, por exemplo nas cadeias de abastecimento”.

Segundo o relatório, as áreas de aplicação para automação inteligente de negócios são encontradas em todos os setores no Brasil, uma vez que operacionais envolvendo monitoramento em tempo real, orquestração de processos e processos fiscais, são áreas com pesada aplicação de automação, assim como os setores de varejo, telecomunicações, saúde e farmacêutica, na qual a automação inteligente de negócios demonstra um potencial muito amplo para vários processos.

Porém, exige um profundo conhecimento da indústria para criar soluções abrangentes para diferentes casos e condições de uso em negócios. O estudo indica atenção para o fato de que a mineração de processos no Brasil está ainda em seu estágio inicial e a maioria dos fornecedores globais de processos de mineração carecem de presença na região. Mesmo assim, um crescente número de projetos vem sendo executado e algumas empresas brasileiras vêm desenvolvendo soluções de mineração de processos, muitas vezes com ferramentas de código aberto.

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Ademais, o modelo comercial com taxa de assinatura permanente é indicado como uma grande barreira no desenvolvimento da área, e modelos com uso mais flexível serão necessários para popularizar o uso de mineração de processos no Brasil. Prevê-se que muitos clientes multinacionais conduzam seus projetos de aperfeiçoamento de processos, de cumprimento e conformidade com ferramentas de mineração a partir de seus centros internacionais de excelência. Já para as empresas brasileiras, a mineração de processos logo se tornará uma valiosa proposta para organizações de saúde, grandes bancos, seguradoras e para o setor público, a fim de possibilitar aperfeiçoamentos nos processos e atender a requisitos de conformidade.

Para o autor, há muito espaço para repensar como as empresas atuam nesta nova realidade e haverá um forte movimento em direção ao redesenho de processo e das organizações, além do avanço de automação de ponta a ponta, uso de inteligência artificial e machine learning. “Processos que antigamente demonstraram um alto potencial de automação eram, geralmente, pouco eficientes. Ao médio prazo, precisa-se perguntar se este processo realmente agrega valor, independentemente do grau da automação, ou se processo deve ser repensado, usando, por exemplo, maior colaboração entre os diversos agentes de uma cadeia de valor”.

O relatório ISG Provider Lens™ Intelligent Automation – Solutions and Services 2021 para o Brasil avalia os recursos de 61 provedores em cinco quadrantes: Intelligent Business Automation, Artificial Intelligence for IT Operations (AIOps), Conversational AI, Intelligent Document Processing e Process Mining and Discovery.

O relatório nomeia IBM e Stefanini como líderes em três quadrantes cada e Accenture e Capgemini como líderes em dois quadrantes cada. ABBYY, Celonis, CPQD, DXC Technology, Google, Kofax, Microsoft, Nama, Software AG, TIVIT, UiPath e UpFlux são nomeados como líderes em um quadrante cada.

Além disso, Automation Anywhere, SAP Signavio, Sinch Chatlayer, Stoque e Wipro são nomeadas como Rising Stars – empresas com um “portfólio promissor” e “alto potencial futuro” pela definição do ISG – em um quadrante cada.

Versões personalizadas do relatório foram disponibilizadas pela Sinch Chatlayer e Stoque.

https://chatlayer.ai/ISG-PT

https://materiais.stoque.com.br/isg-provider-lens-1

O relatório ISG Provider Lens™ Intelligent Automation – Solutions and Services 2021 para o Brasil está disponível para assinantes ou para compra única nesta página: https://research.isg-one.com/reportaction/Quadrant-Automation-SS-Brazil-2021-POR/Marketing

Fonte: Mondoni Press

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TGT Consult anuncia novo estudo de ServiceNow e antecipa aumento da busca por serviços profissionais para desenvolver funcionalidades

A edição de 2022 do relatório ISG Provider Lens™ ServiceNow Ecosystem Partners indica que adoção de uma plataforma como ServiceNow simplifica e aprimora processos

Seguindo a evolução do ecossistema de parceiros, a nova edição do relatório ISG Provider Lens™ ServiceNow Ecosystem Partners 2022 para o Brasil vai examinar toda a rede de parceiros da solução, que vem se tornando cada vez mais relevante para o gerenciamento de cases empresariais nas companhias brasileiras. Segundo o estudo, a ampla aceitação das ofertas da ServiceNow entre a comunidade de usuários levou a um crescimento exponencial para a empresa.

David de Paulo Pereira, analista da TGT Consult/ISG e autor da pesquisa, afirma que a adoção de uma plataforma como ServiceNow simplifica e aprimora processos, iniciando pela padronização de informações sobre ativos de TI e serviços de negócio. “Por ser uma ferramenta de fácil integração, a ServiceNow pode conectar o gerenciamento de operações de TI a diversas funções, como análise de desempenho, entrega de serviços de RH, gerenciamento de atendimento ao cliente, gerenciamento de risco e conformidade, entre outros”, explica. “A plataforma também reduz atrasos e interrupções, uma vez que as tarefas podem ser automatizadas para notificar os colaboradores e até mesmo corrigir problemas antes que afetem os clientes”.

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O relatório indica uma maior busca das empresas por serviços profissionais para desenvolver funcionalidades de forma plena. Utilizando a User Experience Analytics, integrada com a nova funcionalidade Now Support, a ServiceNow pretende conquistar espaço no mercado de autoatendimento. Além disso, o estudo indica esforços para redesenhar processos, implementar, integrar e gerenciar aplicações e treinamentos.

“Esta nova versão do estudo leva em conta que a solução ServiceNow e o ecossistema de parceiros da plataforma evoluiu e cresceu mesmo com a pandemia. Teremos uma visão do amadurecimento das empresas que estão estruturando Delivery Centers”, comenta o analista.

Com foco em numerosas certificações e ofertas, as companhias que fazem parte do ecossistema de parceiros da ServiceNow serão avaliadas em três quadrantes:

  • ServiceNow Consulting Services, com foco em analisar o momento de orientação e aquisição, trazendo informações dos parceiros que se destacam no quesito consultoria e preparo para uso de serviços de gerenciamento de fluxo;
  • ServiceNow Implementation and Integration Services, no qual os fornecedores serão classificados conforme suas capacidades de implementação da Service Now e práticas diferenciadas;
  • ServiceNow Managed Services Providers, avaliando as companhias da rede segundo sua oferta de serviços gerenciados de manutenção e suporte em múltiplas frentes;

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Com previsão de lançamento em abril de 2022, o relatório ISG Provider Lens™ ServiceNow Ecosystem Partners 2022 promete trazer uma análise detalhada sobre o portfólio de serviço dos fornecedores no Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Cingapura, Malásia e Austrália, permitindo uma avaliação completa da competitividade no mercado global e nacional.

Com a análise em andamento, ainda há oportunidade para as companhias que queiram participar. “As empresas que fazem parte do portal de parceiros da ServiceNow serão contatadas e poderão responder ao questionário, além de ter a oportunidade de apresentar seus diferenciais”. Caso a empresa não conste no Portal de Parceiros, basta entrar em contato com a TGT Consult pelo site: https://www.tgt.com.br/relatorio-isg-provider-lens e preencher o formulário.

Fonte: Mondoni Press

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Novo estudo sobre o ecossistema de parceiros Microsoft está em produção

A companhia sediada em Redmond, Washington, teve notável crescimento ao longo dos últimos anos, evoluindo seu portfólio e impulsionando a nova versão do estudo

Avaliando os fornecedores de serviços em sua capacidade de impulsionar a adoção das ofertas da Microsoft, a nova edição do relatório ISG Provider Lens™ Microsoft Ecosystem Partners 2022 para o Brasil já está em produção. A novidade recai sobre o tópico Power Platform do estudo, trazendo uma visão completa de todos os recursos que o ecossistema de parceiros da Microsoft oferece. 

“Baseado nas análises sobre as funcionalidades do Power Platform e associado ao cenário atual que demonstra interesse crescente em Low-Code/No Code, nossa expectativa é descobrir o grau de alinhamento entre a capacidade de entrega dos parceiros com o momento do mercado”, explica Mauricio Ohtani, analista líder da TGT Consult/ISG e autor do estudo.

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O relatório aponta a Microsoft como uma das fornecedoras de tecnologia mais bem estabelecidas em todo o mundo, tendo crescido significativamente desde que Satya Nadella assumiu o papel de CEO da companhia. A transformação digital se tornou uma prioridade no cenário de tecnologia corporativa, exigindo uma nova geração de softwares e serviços da Microsoft e seus parceiros. Seguindo o que foi apresentado no último Microsoft Ignite 2021, ocorrido em novembro, a empresa focou seus esforços em quatro áreas principais: a plataforma de nuvem Azure, o pacote de produtividade Microsoft 365 que inclui o Windows 11 e Office 365, o pacote Dynamics 365 com aplicativos de negócios e o Power Platform voltado para criação de aplicativos, conectando dados e automatizando processos. 

Com previsão de lançamento para abril de 2022, o estudo ISG Provider Lens™ Microsoft Ecosystem Partners 2022 para o Brasil ainda está coletando dados dos fornecedores que queiram participar da análise. “O tamanho do ecossistema de parceiros Microsoft é significativo e muito competitivo. A relação custo versus benefício é altíssima, uma vez que a participação é gratuita, com exposição mundial”, explica Ohtani. “Os estudos ISG Provider Lens™ são utilizados para interpretar a realidade atual do nosso mercado brasileiro, com diagnósticos e análises comparativas entre os mais relevantes fornecedores de serviços. Isso permite uma escolha do parceiro ideal mais direcionada, seja para compor uma lista de empresas para receber uma eventual RFP ou mesmo para aumentar o valor da companhia num processo de fusão e aquisição”.

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O relatório promete trazer transparência e análises detalhadas sobre a atratividade do portfólio de serviços e a força competitiva dos fornecedores em cinco quadrantes: Managed Services for Azure, Microsoft 365 Services, Dynamics 365 Services, SAP on Azure Services e Power Platform Services. Este estudo será realizado simultaneamente e em sincronia com os países: Austrália, Brasil, Alemanha, Malásia, Singapura, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos.

“Todos os fornecedores credenciados, certificados, presentes no portal de parceiros Microsoft e estejam interessados em participar, podem fazê-lo gratuitamente”, finaliza o analista. Para participar, basta entrar em contato com a TGT Consult pelo site: https://www.tgt.com.br/relatorio-isg-provider-lens e preencher o formulário de participação.

Fonte: Mondoni Press

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Contact centers no Brasil conquistam relevância e se equiparam aos fornecedores globais

Pandemia exigiu excelência na entrega de serviços digitais; setor tem previsão de faturar R$ 13,5 bilhões até o final de 2021

Por meio de investimentos em automação, chatbots e voicebots, o mercado de fornecedores de serviços de contact center teve um aumento significativo durante o ano de 2021 alcançando fornecedores globais. A Associação Brasileira de Telesserviços (ABT) prevê que o setor fature mais de R$ 13,5 bilhões em 2021. O novo estudo ISG Provider Lens™ Contact Center – Customer Experience Services 2021 para o Brasil, lançado essa semana pela TGT Consult, traz uma nova análise do crescimento do mercado de contact center no país.

Devido às restrições da pandemia da Covid-19, as empresas brasileiras de telesserviços tiveram de encontrar formas de entregar serviços de qualidade, ao mesmo tempo que lidavam com a preferência do cliente por contato humano e atendimento presencial. O relatório aponta que, conforme a presença online se tornava cada vez mais indispensável, os consumidores se acostumaram com o atendimento digitalizado, fazendo com que a preocupação com a qualidade desses serviços fosse levada cada vez mais em consideração.

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De acordo com Florian Scheibmayr, analista líder da TGT Consult/ISG e autor do relatório, a implementação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) mudou e vai continuar mudando os serviços prestados pelos contact centers. “Alguns deles precisam ser repensados, como os que exploram dados cruzados. Um exemplo seriam as campanhas de venda de crédito consignado a partir de mailings obtidos sem consentimento do cliente. Além disso, investimentos em segurança da informação são necessários para prevenir vazamento de dados”, exemplifica o analista. “Há também espaço para acelerar a integração dos processos do front-office e back-office. A omnicanalidade, sem dúvida, agrada o cliente, mas, acima de tudo, é importante que ele consiga resolver o problema. Há ainda muito potencial para melhoria de serviços de bots de voz e texto por meio de treinamento e curadoria dos mesmos”.

O relatório aponta uma diversidade em demandas trazidas com a pandemia e que os fornecedores conseguiram, em sua maioria, acompanhá-las com sucesso. Alguns conseguiram aumentar sua receita e participação de mercado, e cresceram fora dos tradicionais e fortemente comoditizados setores financeiros e de telecomunicações, enquanto outras empresas não conseguiram acompanhar a alta demanda e perderam clientes para outros fornecedores.

A edição 2021 do estudo ISG Provider Lens™ Contact Center – Customer Experience Services 2021 traz duas novas áreas de estudo: trabalho remoto e mídias sociais. Isso porque, com a migração repentina para o trabalho em casa, os fornecedores tiveram que implantar tecnologias repentinas para trazer estabilidade às operações. Enquanto algumas empresas observaram aumento de produtividade, outras alegaram que, em operações mais complexas, principalmente no outbound, a produtividade não atinge os mesmos níveis de desempenho das operações tradicionais.

Além disso, alguns fornecedores relataram que a integração e o treinamento de novos colaboradores são desafiadores, indicando também que fadiga e depressão dos colaboradores, muitas vezes devido ao isolamento social, têm sido observadas, exigindo sérios esforços para monitorar e cuidar da saúde mental dos funcionários.

Mesmo com a reabertura gradual dos espaços físicos, a tendência é que os fornecedores de serviços de contact center continuem a observar crescimento ao longo dos próximos meses. “A pandemia mudou a economia para sempre. As pessoas e empresas se acostumaram com uma vida mais virtual, percebendo que a digitalização economiza tempo e recursos, e que o modelo funciona para a maioria dos setores. Os serviços de e-commerce e delivery, que exigem muito dos contact centers, vão continuar crescendo”, adianta o analista.

Sobre mídias sociais, ele indica que as vendas impulsionadas por influenciadores digitais vão crescer. “Os contact centers, com sua experiência de lidar com altos volumes, podem ajudar a colocar a tendência da hiperpersonalização de jornada de compra numa base economicamente viável. Os fornecedores necessitam que seus serviços se encaixem nesses novos modelos, uma vez que novos canais, além do notório WhatsApp, vão se tornar cada mais relevantes, como TikTok, Twitch e Discord”.

Florian Scheibmayr destaca que, daqui em diante, os fornecedores de serviços devem, após a migração para a nuvem, se dedicar a aprimorar seus modelos de entrega que integram as esteiras de desenvolvimento e operação, como DevOps, ou DevSecOps. “Os já presentes e crescentes cenários de multicloud, junto com os conceitos de cloud-native, trazem grande complexidade e somente quem entende essa profunda mudança em todos os níveis consegue se adaptar. A orquestração vai encontrar na nuvem os benefícios esperados”, finaliza.

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O ISG Provider Lens™ Contact Center – Customer Experience Services 2021 para o Brasil avaliou as capacidades de 37 provedores em quatro quadrantes: Digital Operations, AI & Analytics, Work From Home Services e Social Media CX Services.

O relatório nomeou a Atento, Neobpo e Teleperformance como líderes em todos os quatro quadrantes; a AeC, Connvert e Sercom como líderes em três quadrantes cada. A Algar Tech, AlmavivA, Konecta e Plusoft/Pluris foram nomeados como líderes em dois quadrantes cada; e homeagent e Grupo Sitel como líderes em um quadrante cada.

Além disso, o Grupo Sitel foi nomeado Rising Star – uma empresa com um “portfólio promissor” e “alto potencial futuro” pela definição do ISG – em dois quadrantes. Callink e TTEC foram nomeados como Rising Star em um quadrante cada.

Versões personalizadas do relatório foram disponibilizadas pelas empresas AeC e homeagent.

Fonte: Mondoni Press

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Como as tecnologias de áudio e vídeo IP colaboram com a eficiência do marketing no varejo

Axis Communications apresenta 3 soluções que combinam videomonitoramento IP com a tecnologia analítica para embasar estratégias de marketing em pontos de venda

A frase “sorria você está sendo filmado” está presente em lojas no Brasil inteiro. Agora, com o avanço da tecnologia de análise de vídeo, as imagens podem colaborar com a equipe de marketing fornecendo o mesmo nível de inteligência operacional e de dados do e-commerce nas lojas físicas. A Axis Communications destaca três inovações ainda pouco exploradas pelos varejistas, que se mostraram grandes aliadas para atingir metas, aumentar a receita, mensurar a conversão de vendas, avaliar as campanhas de marketing e aprimorar a experiência de compra.

Em termos de videomonitoramento, marketing e varejo, há uma sinergia que possibilita o uso mais sofisticado dos recursos que uma solução de áudio e vídeo IP fornece. Por exemplo, as câmeras podem ser ferramentas muito eficazes para coletar e processar dados numéricos. É uma maneira útil de compreender os comportamentos e necessidades dos clientes para estruturar uma estratégia que potencialize os resultados.

Áudio IP e fidelização de clientes

A boa venda começa pela comunicação com o cliente. As soluções de áudio em rede colaboram para proteger colaboradores, clientes e mercadorias. Além disso, ajudam a criar um ambiente agradável e otimizar as operações – aliando marketing e tecnologia. Em uma loja de departamentos, por exemplo, essa solução pode gerar uma atmosfera de acordo com a área da loja, ou seja, é possível programar músicas, anúncios ou sons ambientes para cada setor. Com isso, consegue-se transformar a visita do cliente em uma experiência sensorial, o primeiro passo para a fidelização.

Conheça o seu público

O AXIS Store Reporter fornece informações sobre os visitantes e o padrão de comportamento na loja. Assim como em um e-commerce, a ferramenta transforma as imagens em estatísticas: tráfego de visitantes, comprimentos de filas e níveis de ocupação ao longo do tempo. Quando se trata de marketing, colabora na tomada de decisões baseada em dados para otimizar a alocação de recursos, promoções, colocação de mercadorias, que tipo de música selecionar, como gerenciar corredores, horário de funcionamento e eficiência operacional.

Com as festas de final de ano se aproximando, a análise permite saber se, nas semanas anteriores às datas comemorativas, por exemplo, há mudança no perfil dos clientes, se os horários de maior movimentação continuam os mesmos, se o comprador passa mais ou menos tempo na loja, quais os departamentos que precisam de reforço no atendimento, entre outros. Assim, a equipe de marketing consegue orientar ações específicas para estes períodos com muito mais respaldo, aplicando o orçamento de maneira assertiva.

Contagem de pessoas

As ferramentas de contagem de pessoas se tornaram essenciais para evitar a lotação de espaços, existência de filas e os problemas de atendimento. Hoje, a tecnologia consegue aferir de maneira autônoma quantos indivíduos estão em uma determinada área em um determinado momento, como se movem, onde estão concentrados e os períodos de ocupação máxima. Essas informações podem ser usadas para fins de planejamento para tomar medidas imediatas e melhorar o serviço proativamente – antes que a primeira reclamação chegue.

Conforme as lojas de departamentos ou shoppings voltarem a receber toda a demanda de clientes que se apoiaram no comércio virtual durante a pandemia, a agilidade e flexibilidade serão fundamentais para o sucesso de vendas. A tecnologia pode ser usada de forma inteligente para melhorar diferentes aspectos da experiência do cliente sem esquecer da segurança. Hoje todas as tendências do comércio varejista apontam para o uso de tecnologia inteligente e conectada para criar uma estratégia disruptiva em termos de marketing para engajar e atrair visitantes.

Fonte: Tropico Comunicação

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Mercado de desenvolvimento e manutenção de aplicativos cresce e se torna indispensável para empresas, diz estudo divulgado pela TGT Consult

Apesar dos avanços na aceleração digital, novo relatório ISG Provider Lens™ evidencia que DevOps ainda é um desafio para mais de 50% dos times de desenvolvimento ágil

Com o aumento da demanda por negócios digitais, o mercado de desenvolvimento e manutenção de aplicativos apresentou um crescimento considerável. Seguindo os avanços de mercado, a nova edição do ISG Provider Lens™ Next-Gen Application Development and Maintenance Services 2021 para o Brasil, divulgado pela TGT Consult, traz um novo panorama dos provedores de serviços com uma análise do impacto financeiro positivo observado na área no último ano.

“A edição de 2021 do relatório traz um ajuste para se alinhar com a mudança de mercado”, explica Pedro Bicudo Maschio, analista da ISG (Information Services Group) e autor da pesquisa. “As grandes empresas que aceleraram a transformação digital estão em busca de parceiros que possam escalar agilidade e entregar serviços com qualidade. Temos novos caminhos para ajudar essas empresas a encontrar os parceiros mais bem qualificados para cada necessidade específica”.

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Apesar dos avanços, o relatório indica que DevOps ainda é um desafio para mais de 50% dos times de desenvolvimento ágil. Sem o uso correto de ferramentas de automação, a tendência é que passos importantes do desenvolvimento sejam deixados de lado, como garantia de qualidade, empurrando a aplicação para a produção antes da hora. Portanto, as companhias que procuram os serviços de desenvolvimento ágil devem optar por fornecedores que ofereçam estruturas maduras.

Segundo o estudo, o aumento no uso de desenvolvimento ágil nas empresas expôs o longo caminho que ainda há para percorrer na área. Saber escolher o melhor provedor de serviços de Managed Application Services é a solução do problema, uma vez que o uso de ferramentas para agilizar o processo de implementação de plataformas de desenvolvimento ágil é beneficial no gerenciamento de mudanças organizacionais, em treinamentos, automação e diversas outras áreas da companhia.

“A área de sistemas, incluindo projetos e sustentação, representa mais de 60% do orçamento da TI em uma empresa comum, e mais ainda nas que inovam muito. A maior parte desse orçamento vai para a sustentação das aplicações, ou seja, manter a empresa funcionando. Quanto maior a eficiência em sustentação, mais recursos sobram para inovação e, como a inovação digital se tornou essencial para o sucesso de uma empresa, utilizá-la é fundamental”, comenta o analista. “Fornecedores de serviços nesse segmento estão mudando para modelos de contratação baseados em metas de otimização”, acrescenta.

Pedro Bicudo reforça que o mercado nacional demonstra maturidade em projetos ágeis com a criação de produtos digitais avançados, mas ainda há defasagem na quantidade de fornecedores para implantar e operar ágil em dezenas ou centenas de squads simultâneos. “Implementação em larga escala requer padronização de procedimentos e integração das ferramentas de build e deploy. As empresas que tentam resolver esse desafio sem ajuda de fornecedores capacitados demoram muito tempo para encontrar as respostas”.

Para se manter em posição competitiva, as empresas nacionais necessitam dar prioridade para a qualidade das aplicações. “O fornecedor de serviços gerenciados e consultorias de sistemas precisam incorporar técnicas de mudança cultural para ensinar o mercado a como adotar o ágil de ponta-a-ponta, desde a ideia, passando pelo desenvolvimento e continuando ágil na sustentação. Os provedores de serviço, inclusive os globais, precisam se adaptar, pois a mudança é complexa. O Brasil não é para iniciantes”, finaliza.

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O relatório ISG Provider Lens™ Next-Gen Application Development and Maintenance Services 2021 para o Brasil avalia as capacidades de 49 provedores de serviços em cinco quadrantes: Application Development and Scaled Agile, Agile Development Specialists, Managed Application Services, Application Quality Assurance, e Continuous Testing Specialists.

O relatório identifica a Capgemini, Tech Mahindra e Wipro como Líderes em três quadrantes e Accenture, Globant, Iteris, NTT DATA e Stefanini como Líderes em dois. Base2, BRQ, CI&T, Compasso UOL, Dextra, Infosys, Inmetrics, Prime Control, Reply, Sofist, Softtek, Thoughtworks e Yaman foram nomeadas Líder em um quadrante.

Além dessas, a CTC, Deal, Sempre IT, TCS e T-Systems foram classificadas como Rising Stars—empresas com “portifólio promissor” e um “alto potencial futuro” pelas definições do ISG—cada um em um quadrante.

Versões customizadas do relatório foram disponibilizadas pela Base2, Iteris, Prime Control, Sempre IT e Sofist.

https://www.base2.com.br/pesquisaisg

https://conteudo.iteris.com.br/relatorio-isg

https://www.primecontrol.com.br/isg-provider-lens-adm-2021/

https://lp.sempreit.com.br/isg-provider-lens

https://www.sofist.com.br/isg-2021/

Fonte: Mondoni Press

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O futuro da infraestrutura digital estaria nos serviços de nuvem pública?

Empresa global de pesquisa em tecnologia anuncia estudo para analisar os avanços do mercado nacional de nuvem pública

O crescimento no setor de nuvem vem demonstrando uma maior maturidade em meio às mudanças trazidas pela Covid-19, que alteraram significativamente o comportamento de compra, consumo e trabalho no mundo todo, forçando as empresas a adotarem novos modelos de negócios com foco no digital. As perspectivas de crescimento neste setor continuam positivas. Para se ter uma ideia, o mercado combinado de Platform as a Service (PaaS) e de Infrastructure as a Service (IaaS) deve chegar a US$400 bilhões em 2025, com alta anual de 28%, como prevê o International Data Corporation (IDC).

Após o mercado As-a-Service apresentar um quarto semestre de 2020 mais fraco, como evidencia o último 1Q 2021 ISG Index™, o aumento do uso de nuvem pública pelas empresas foi impulsionado em razão dos crescentes compromissos de transformação digital, assim como a alta relevância da segurança cibernética e a expansão dos ambientes de trabalho remoto. Tal natureza dinâmica no cenário de negócios tem gerado para as companhias a necessidade de avaliar continuamente os provedores de nuvem.

O ISG (Information Services Group) vem observando em seus estudos uma forte demanda por contratos de transformação digital, algo que favorece a geração de mais contratos globais para produtos e serviços de nuvem, incluindo Infraestrutura como serviço (IaaS) e plataforma como serviço (PaaS). De acordo com o estudo global 1Q21 ISG Index™, recentemente divulgado, o mercado global teve um crescimento de 11% na média do valor de contrato anual de mercado combinado (ACV) atingindo o montante de US$ 15 bilhões ano a ano, enquanto o ACV As-a-Service aumentou em 17,2% chegando a US$ 9,9 bilhões no mesmo período. No mercado de IaaS o crescimento foi ainda maior, de 18%, atingindo US$ 7,2 bilhões. No mercado de SaaS, a alta foi de 7%, chegando a US$ 2,7 bilhões.

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Para auxiliar as empresas brasileiras a entenderem as mudanças pelas quais esse setor passou, analisar tendências e esclarecer quem são os atuais fornecedores com maiores portfólios de serviço e know-how para cumprir os requisitos das companhias, a TGT Consult anuncia, nesta semana, a  edição 2021 do estudo o ISG Provider Lens™ Public Cloud – Services & Solutions para o Brasil. Com previsão de lançamento para o último bimestre do ano, o relatório analisará os avanços do mercado nacional de nuvem pública.

“O que se observa é uma ‘corrida para a nuvem’ entre os nossos clientes de consultoria. A maioria está adotando a estratégia de multisourcing com vários fornecedores e híbrida, com a utilização de nuvens privadas e públicas, simultaneamente. O provedor de serviços mais adequado vai variar em função da demanda específica de cada empresa. Para poder orientá-los, precisamos entender detalhadamente as peculiaridades de cada oferta e do perfil dos provedores brasileiros”, afirma Omar Tabach, managing partner da TGT Consult, empresa de consultoria que produz e distribui no Brasil a análise do mercado fornecedor de tecnologia ISG Provider LensTM.

Para auxiliar os tomadores de decisão a identificar os pontos de atenção e de destaque dos diferentes fornecedores de serviços de nuvem pública, o novo relatório traz uma análise detalhada do mercado, indicando ferramentas viáveis para a adaptação e desenvolvimento dos sistemas, assim como estudos de caso de vários mercados, globais e nacionais.

Ao que tudo indica, a tendência é que o mercado continue a crescer exponencialmente. Segundo o IDC, até 2022 metade dos serviços de uma companhia serão oferecidos de forma totalmente digital. Ademais, o estudo da ISG também promete revelar meios para as companhias poderem fazer uma melhor análise do relacionamento com fornecedores de nuvens públicas e identificar oportunidades de negócio.

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O poder de uma gestão baseada em dados

Saber como usar dados pode ser crucial para o crescimento de uma empresa. Se você é gestor, certamente, de agora em diante, precisará conhecer seus dados para ter sucesso. Não é em vão que o mercado de soluções de big data e business analytics (BDA) vem crescendo de forma exponencial. Só em 2021, ele deve movimentar mais de US$ 215 bilhões.

De acordo com uma previsão do Worldwide Big Data and Analytics Spending Guide da International Data Corporation (IDC), este setor deve ter um aumento de 10,1% em relação a 2020.

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Ao que se refere ao mercado brasileiro, os serviços de big data e analytics estão cada vez mais presentes no portfólio de grandes empresas e só tendem a crescer. É o que revela uma prévia do estudo ISG Provider Lens™ Analytics Service Providers para o Brasil, que vem sendo produzido pela TGT Consult e deve ser distribuído no último bimestre de 2021. Seja por meio de desenvolvimento interno ou aquisição de empresas menores, o mercado de analytics continua a crescer exponencialmente, criando um ambiente competitivo no território brasileiro.

Com o surgimento de novas tecnologias, como computação em nuvem, Internet das Coisas (IoT), ciência de dados e aprendizado de máquina, oportunidades ilimitadas de aplicação e melhorias foram criadas, impulsionando o mercado junto com uma alta demanda por profissionais especializados, como cientistas, engenheiros e analistas de dados.

Dado a este fato, pode-se afirmar que a gestão que contar com uma análise de dados certamente estará um passo à frente no mercado. Mas não basta apenas possuir números, é preciso saber de onde eles vêm, compreender o que eles significam e, a partir daí, buscar novos insights para novas ações e tomadas de decisões. Para isso, muitas empresas contam com os analistas de negócios – que, juntamente com os cientistas de dados, se dedicam a estudar os dados.

“Os analistas de negócios devem entender como os dados são coletados e o que eles representam”, diz Marcio Tabach, analista líder TGT Consult/ ISG. “Às vezes, a forma como os dados são coletados traz um viés intrínseco. Por exemplo, o faturamento não é um conjunto de dados apropriado para a previsão de demanda, pois são limitadas pelo que a empresa pode fornecer”.

De acordo com Tabach, esses experts devem ter conhecimento sobre engenharia de dados, já que se trata da camada de ‘base de dados’ que prepara, classifica, cataloga e ingere dados de diferentes fontes. “O desafio é a quantidade de dados, principalmente aqueles não estruturados, além da variedade de fontes, questões de privacidade e segurança. Os analistas de negócios precisam possuir a capacidade de identificação de variantes, uma vez que estão em contato com as áreas de negócios e de TI”.

Para lidar com todos esses dados, os analistas de negócios devem estar familiarizados com modernas ferramentas analíticas. Para isso, há plataformas que possuem capacidade de processar bilhões de dados de sensores de IoT, além de vídeo, áudio ou até mesmo conter análises baseadas em emoções. Há casos em que eles são usados, por exemplo, para autoatendimento orientado envolvendo chatbots de serviço ou funções semelhantes.

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Os cientistas de dados têm uma demanda tão alta que é difícil encontrá-los, mas as plataformas de ciência de dados podem ajudar esses especialistas a obterem resultados úteis de conjuntos de big data.

Marcio Tabach finaliza dizendo que, para as empresas que buscam se tornar mais eficientes, contar com a big data e business analytics será indispensável nessa transformação. “Migrar de um processo de tomada de decisão baseado na intuição para um processo mais sólido, com foco em análise de dados é essencial não só para tornar as empresas mais eficientes, mas também mais competitivas. Os analistas precisam ter dados organizados e que reflitam a realidade do negócio para fazer melhores escolhas na gestão da companhia”.

Fonte: Mondoni Press

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Maior erro das empresas tem sido lidar com a LGPD de forma isolada, alerta analista da TGT Consult

Responsabilizar somente uma área pode sacrificar a qualidade de implementação e expor as companhias a riscos sérios de segurança, explica especialista João Carlo Mauro

Quase um ano após a sanção da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) o que permanece é a evidente falta de direcionamento de grande parte das empresas a despeito das melhores formas e práticas para se adequarem à regulamentação. As empresas cometem o erro de tratar a lei como algo sob responsabilidade apenas do departamento jurídico, de TI, ou ainda como uma missão apenas para consultorias especializadas, quando na verdade, trata-se de um trabalho multidisciplinar. É o que defende o sênior advisor da TGT Consult, João Carlo Mauro.

“O que vemos é uma lacuna muito grande em trabalhos que focaram parcialmente essas áreas em projetos de LGPD. A visão de que um profissional de apenas uma área é suficiente tende a sacrificar a qualidade do resultado do trabalho de avaliação ou implementação, podendo expor a empresa por não cobrir os seus processos adequadamente”, explica o especialista.

Segundo o especialista, um erro comum das empresas é entender que as alterações trazidas com a LGPD podem ser adiadas. Isso expõe a companhia a riscos sérios de segurança. “São riscos ligados a vazamento e roubo de informações que afetam a imagem e a credibilidade da empresa, muitas vezes comprometendo inclusive o valor da ação da empresa. Isso sem mencionar os prejuízos financeiros e operacionais nos casos de a autoridade impor sanções e multas decorrentes da aplicação da lei em caso de incidentes de segurança com dados pessoais”.

A partir de agosto de 2021, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) – órgão criado para a regulamentação da lei – terá autonomia para aplicar sanções administrativas de até R$50 milhões por infrações referentes à LGPD. Tal medida tornou a necessidade de se adequar urgente e evidenciou a dessemelhança das organizações em relação ao entendimento de como devem agir. “Há empresas em diferentes fases, como as PMEs (Pequenas e Médias Empresas) que precisam ter mais apoio para se adequarem e possuem um capital baixo para investimento; e as companhias multinacionais que já possuem mais estrutura e metodologia”, comenta João Mauro.

O especialista diz ainda que as companhias devem, sim, contar com uma consultoria que disponha de expertises e que possa trazer sinergia nas ações, compreendendo que não basta ajustar os contratos, conhecer as bases legais para o uso dos dados pessoais, ou apenas assumir que esse é um problema de TI. O trabalho de adequação vai muito além disso.

Próximos passos

O maior desafio fica no gerenciamento após a implementação. Segundo Omar Tabach, sócio-diretor da TGT Consult, o diagnóstico é apenas o início do processo. “Algumas empresas encaram que após a auditoria o trabalho de LGPD está concluído, quando, na verdade, esse é o começo de uma adequação de processos, pessoas, sistemas e cultura”, ressalta.

De acordo com Tabach, após o processo de diagnóstico e implementação da LGPD na empresa, a adequação da companhia deve ser tratada em 6 dimensões:

  1. Um modelo firme de governança que envolva o Encarregado de Dados (ou Data Protection Officer – DPO) e a gestão da privacidade de dados na companhia;
  2. Revisão de políticas e procedimento;
  3. Um programa extensivo de treinamento e aculturamento em toda a companhia, adaptado para todos os funcionários e em diferentes níveis de compreensão;
  4. Revisão de contratos com terceiros, fornecedores e clientes;
  5. Revisão de sistemas e processos para adequação aos novos procedimentos;
  6. Adequação dos processos de segurança cibernética e da informação.

“As empresas têm de repensar a forma como os processos são executados e investir em um programa contínuo de treinamento e educação dos colaboradores. Isso é necessário para que todos compreendam a importância da privacidade dos dados e a forma mais adequada de tratar as informações privadas no dia a dia”, finaliza Tabach.

Fonte: Mondoni Press

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Alta demanda de gerenciamento remoto impulsionou mercado de nuvem híbrida, diz novo relatório ISG

Estudo divulgado pela TGT Consult aponta que flexibilidade do sistema de nuvem híbrida forneceu oportunidades de otimização de custos para empresas brasileiras na pandemia

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O mercado de nuvem híbrida teve um impulso significativo em razão da alta demanda pelo serviço trazida pela pandemia da Covid-19. Segundo o relatório ISG Provider Lens™ Next-Gen Private/Hybrid Cloud – Data Center Services & Solutions 2021, promovido e divulgado pela TGT Consult no Brasil, fornecedores de serviços completos de migração, gestão e infraestrutura têm se destacado acima de todos os outros.

Após mais de um ano em meio à uma crise sanitária global, os fornecedores que providenciam serviços de nuvem híbrida têm se destacado acima de todos os outros. O relatório analisou as empresas que oferecem serviços de gerenciamento de infraestrutura, data centers e serviços provisionados em nuvem pública e configuração de redes privadas em todos os componentes analisados no relatório.

Outros pontos analisados no relatório são o de otimização de custos, principalmente para serviços de hospedagem de aplicações em infraestrutura dos fornecedores e o serviço de colocation – serviço de aluguel de infraestrutura e espaço físico para data centers. Adotar um sistema de nuvem híbrida é uma facilidade para a empresa, que não precisa adaptar aplicações locais para rodar em nuvem, como explica o autor do estudo, Pedro L. Bicudo Maschio:

“Recodificar o sistema dos aplicativos legados para utilização em nuvem é um processo caro e não é um investimento que pode ser facilmente justificado, já que o programa vai ter as mesmas funções que antes”, comenta. “A estratégia de migração tem que estar ligada com uma estratégia de transformação digital num plano mais amplo”.

O relatório evidencia que as empresas que mais tiveram agilidade na adaptação e investimento nas mudanças de mercado, demonstram melhores posições nos quadrantes deste ano, tendo conquistado mais clientes por meio do oferecimento de serviços mais completos.

“Nós observamos muitas mudanças neste ano, em relação ao posicionamento de fornecedores”, explica Maschio. “Algumas das empresas foram mais lentas em se adaptar às mudanças e podem eventualmente perder oportunidade de mercado, mesmo se mantendo do mesmo tamanho. Essas que não cresceram tão rapidamente tiveram uma posição menos favorável nos quadrantes deste ano”.

Além disso, a nova pesquisa indica que a gestão pode ser feita com diversos fornecedores, uma vez que a nuvem híbrida permite flexibilidade, como explica o autor.

“O ideal para a empresa é um fornecedor de serviços gerenciados que tenha ferramentas de integração de diversos ambientes em apenas uma plataforma. Não é viável administrar uma nuvem híbrida e ao mesmo tempo lidar com um data center interno, de hosting e de colocation além de soluções rodando em nuvem, com uma ferramenta diferente para cada um desses ambientes”, finaliza.

O relatório ISG Provider Lens™ Next-gen Private/Hybrid Cloud – Data Center Services & Solutions 2021 para o Brasil avalia as capacidades de 35 provedores de serviços em quatro quadrantes: Managed Services for Large Accounts, Managed Services for Midmarket, Managed Hosting, e Colocation Services.

O relatório nomeia a Compasso UOL, Equinix e T-Systems como líderes em três quadrantes e Ativy, IBM, Lumen e TIVIT como líderes em dois quadrantes. Identifica ainda Ascenty, Capgemini, Claranet, Dedalus, Nextios, ODATA, Scala, TCS, Unisys e Wipro como líderes em um quadrante cada.

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Além disso, a HostDime, Matrix e Stefanini foram nomeadas Rising Stars — empresas com um “portfólio promissor” e um “alto potencial futuro”, segundo as definições do ISG — em um quadrante cada.

Uma versão customizada do relatório foi disponibilizada pelas empresas TIVIT, Ativy, Scala Data Centers, Ascenty, Compasso UOL, T-Systems e Equinix.

 

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