Brasil registra mais de 700 ataques cibernéticos por minuto e pressão sobre empresas acelera investimentos em segurança digital

Com mais de 2 mil tentativas de ataque por semana na América Latina e custo médio de US$ 4,9 milhões por vazamento, a segurança digital deixou de ser tema restrito ao TI e passou a ocupar espaço nas salas de diretoria. A Estratégia IT, empresa gaúcha especializada em infraestrutura e cibersegurança, registra crescimento na demanda por projetos de proteção em ambientes corporativos e governamentais.

Com custo médio de US$ 4,9 milhões por vazamento de dados, cibersegurança deixa de ser pauta técnica e passa a ocupar espaço estratégico em empresas e órgãos públicos

O avanço dos ataques cibernéticos no Brasil vem mudando a forma como empresas e instituições públicas tratam segurança digital. O tema, antes concentrado nas áreas técnicas, passou a impactar diretamente a operação, continuidade de negócio, reputação e gestão de risco corporativo.Segundo dados da Check Point Research, organizações latino-americanas sofreram, em média, mais de 2 mil tentativas de ataques cibernéticos por semana em 2025. Já levantamento da IBM aponta que o custo médio global de uma violação de dados chegou a US$ 4,9 milhões no último ano, pressionando empresas a ampliar investimentos em proteção de ambientes digitais, monitoramento contínuo e prevenção de incidentes.

O cenário acompanha uma transformação acelerada dos ambientes corporativos. O crescimento do uso de serviços em nuvem, operações conectadas e estruturas digitais mais complexas aumentou significativamente a exposição das organizações a falhas, invasões e paralisações operacionais. Esse movimento vem impulsionando empresas especializadas em infraestrutura e segurança digital no país. A Estratégia IT, empresa gaúcha de tecnologia da informação, ampliou sua atuação em projetos voltados à cibersegurança, infraestrutura crítica e proteção de ambientes corporativos e governamentais. A companhia atua em soluções de firewall, backup corporativo, monitoramento, análise de vulnerabilidades, cloud computing, virtualização e gerenciamento de riscos digitais, atendendo organizações públicas e privadas em diferentes regiões do Brasil.

Segundo a empresa, a demanda por projetos ligados à segurança digital cresceu principalmente em setores que dependem de alta disponibilidade operacional, proteção de dados e continuidade de serviços.

“A segurança digital deixou de ser apenas uma camada técnica. Hoje qualquer indisponibilidade impacta operação, receita, reputação e confiança”, afirma a Estratégia IT.

Outro ponto que vem ganhando força no mercado é a busca por estruturas mais preparadas para prevenção e resposta rápida a incidentes. Isso inclui monitoramento contínuo, proteção de redes, backup de ambientes críticos e gestão mais eficiente de riscos digitais.

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